Todo dia
o sol se põe e o horizonte não chega
A ser
assim, cavalheiro, um domador de estrelas,
Que foge
em rumo ao escuro. Ele sabe
Que no
fim, no futuro, é ele quem traz,
Diante do
novo, as incerteza do mundo.
No
escuro, a lua, guia com o seu sorriso noturno
Ao
caminho incerto, entre o raso e o fundo,
Por
trilhas que levam, mas nunca a te obrigar
Se privar
em vendas para não avistar
As
mensagens secretas na brisa do ar,
Em papeis
de promessas frágeis, pode-se quebrar.
Contra a
correnteza, não pode se arriscar
Se jogar
de cabeça, sem nem saber nadar
Em meio a águas rasas, pode se afogar
Sem ajuda
de mantras, rezas, ou de salva vidas
No fim o
caminho, cabe a nós o andar.