29/06/2016

Incerto


Todo dia o sol se põe e o horizonte não chega
A ser assim, cavalheiro, um domador de estrelas,
Que foge em rumo ao escuro. Ele sabe
Que no fim, no futuro, é ele quem traz,

Diante do novo, as incerteza do mundo.
No escuro, a lua, guia com o seu sorriso noturno
Ao caminho incerto, entre o raso e o fundo,
Por trilhas que levam, mas nunca a te obrigar

Se privar em vendas para não avistar
As mensagens secretas na brisa do ar,
Em papeis de promessas frágeis, pode-se quebrar.
Contra a correnteza, não pode se arriscar

Se jogar de cabeça, sem nem saber nadar
Em meio a águas rasas, pode se afogar
Sem ajuda de mantras, rezas, ou de salva vidas
No fim o caminho, cabe a nós o andar.

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