Sem capitão,
Meu barco a vela revela
Que em viagem, ruma sem quem oriente
Ao ocidente, e nem por acidente
Vê novas terras.
Enterras
Tua vida, que uma nova forma de obra revida.
Que viver já não é preciso
Com apenas uma onda do mar
A pular.
E amar
A forma com que cora. E decora
Todos os meandros que esteve e, agora,
Embebido do ontem e do hoje
Possa enfim recordar.
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